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Justiça aumenta tempo de prisão de 8 dos 9 investigados

Na data em que se finda o prazo de prisão temporária, a justiça acatou o pedido do Ministério Público de manter presos 8 dos 9 investigados pelos desvios milionários da Igreja Católica, em Formosa. O bispo da cidade goiana, dom José Ronaldo; cinco padres e os dois empresários continuarão presos por, segundo a justiça, poderem interferir nas investigações. Apenas o secretário da Cúria, Guilherme Frederico Magalhães, um dos presos, responderá em liberdade. O MP entendeu que ele não fazia parte do núcleo duro do esquema.

Eles são acusados de terem cometido os crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, apropriação indébita e lavagem de dinheiro. Se condenados, podem pegar de 10 a 27 anos de prisão, de acordo com a participação de cada um.

Clique aqui e confira a íntegra da decisão.

 

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